Vereador DAVID MIRANDA: amor e poder

14 de julho de 2017 17h38

#DEUNAIMPRENSA

 

É no melhor clima Rosana que esse preto que vos fala dá o ar de sua graça aqui no Lista Gay: o maior site Black LGBT que você respeita. Logo eu, que fui de igreja tradicional Batista (oi?), cadete premiado da AMAN (ui!), filho do assessor negro daquela família de políticos que a gente não diz o nome? (Extravasa! Libera! Joga tudo pro ar!) Antes criança calada nas moções dos reaças no Palácio Pedro Ernesto, hoje retorno crescido à Gaiola de Ouro para dar voz ao poder de pessoas como eu: por que ele também é jovem, ele também é gay! Oops, Gay não! LGBT! Porque somente “no dia em que houver todas as legendas aqui aí sim vou poder bater no peito e falar a sigla que eu sou”, o entrevistado fez questão de frisar. É ou não é um sapão da porra? Se assustou com o palavrão? Pois como pessoa sincera que é, o primeiro vereador jovem LGBT da Cidade Maravilhosa também fala palavrão. Tem como ficar melhor? Tem! O entrevistado abre o coração pra falar do marido e dos filhos, fala de 1 ano de morte de Diego Machado, e pede nossa ajuda para aprovar um projeto super importante para população LGBT (o PL 10/2017 de assistência LGBT, e o Lista Gay te diz como participar!) Vai ficar de fora? Se joga nessa entrevista exclusiva com o vereador David Miranda!

LISTA – Você é um jovem gay, 1º vereador assumidamente gay eleito pro Rio de Janeiro. Como se dá essa confluência de identidades na representatividade desse mandato?

DAVID – Representar pela primeira vez uma comunidade periférica é uma responsabilidade muito grande; Sou da favela do Jacarezinho… (pausa, pensa). Mas não gosto de me chamar de gay! Primeiro porque não sou gay! Sou um LGBT, porque não há representação de todos da nossa classe aqui ; temos a Indianara como suplente, mas ainda não temos todas as nossas legendas aqui; no dia em que houver todas as legendas aqui aí sim vou poder bater no peito e falar a sigla que eu sou. É um grande impacto pela 1a vez chegar aqui a um lugar que foi negado pra gente durante muito tempo; é um desafio … Não sofro nenhum tipo de bullying dentro da Casa, não tem olhar torto pra mim , não falam nenhum tipo de piada pra mim, mas eu sou um cis e não há muito bullying com as pessoas cis nessa nossa sociedade – apesar de acontecer, há menos. Mas outras pessoas que trabalham nos mandatos e são trans já reclamaram de olhares tortos dentro da Casa. Como tive uma campanha abertamente LGBT e também fui eleito com essas pautas, um dos primeiros PLs (projetos de lei) que colocamos aqui foi a utilização de banheiros conforme fenótipo com o qual a pessoa se identificar, não só aqui como em qualquer repartição pública. As principais demandas que fizemos aqui já no começo do mandato foram as da população T, porque ainda não havia nenhuma. Então é uma responsabilidade muito grande levar as pautas de uma população que sofre tanto em nossa sociedade, e ao mesmo tempo fico muito gratificado nesse momento em que vemos que muita gente não quer sair de casa pra votar; há um retrocesso muito grande na política, as periferias têm uma repulsa à própria política; e ser uma representação desses locais significa que eles ainda tem esperança de saber que alguém fora do meio político mas transformado em político que pode vocacionar essas vozes. Então, ao mesmo tempo que existe a pressão, é gratificante.

ser uma representação das periferias significa que elas ainda têm esperança de saber que alguém fora do meio político mas transformado em político que pode vocacionar essas vozes.

LISTA – Você tem recebido um retorno positivo da população LGBT negra em relação às conquistas do seu mandato?

DAVID – Sim! A população LGBT no geral – não falaria a população LGBT negra; em meus discursos eu falo, eu aponto, mas acho que eu poderia estar fazendo mais pela população negra do Rio de Janeiro, com algum tipo de parceira, nova isenção, dentro da cultura mesmo, evidenciando as pessoas aqui dentro da Casa; não apenas ser, mas também representar, tem que fazer mais; creio que possamos fazer mais agora nesse próximo período.

LISTA – Sobre a cultura, estamos vivendo um certo retrocesso na questão da Prefeitura “filoteocrática” nas questões de entretenimento e representatividade das populações negras e LGBTs com esse dreno dos orçamentos (cito Carnaval, parada LGBT). Como seu mandato pretende tensionar esse cenário?

DAVID – Nosso mandato é pioneiro e localizador dessas duas questões. Quando houve a sinalização dos cortes na parada LGBT nosso mandato fez uma petição que conta com quase 12 mil pessoas, com artistas como Tico Santa Cruz, Patrícia Pilar, vários deles empregando suas redes para as pessoas prestarem atenção na força que as paradas LGBT na cidade do Rio têm; e logo que o prefeito sinalizou o corte de metade da verba do carnaval, fui o primeiro a me posicionar em entrevistas a sites e jornais, falei nas ruas, chamei evento em frente à Prefeitura : uma roda de samba enredo e fizemos uma pressão com várias mídias lá para que o prefeito chamasse a LIESA para um diálogo que culminou na tentativa de fazer um acordo; esse acordo não contempla a classe inteira do carnaval, contempla provavelmente só as escolas do grupo principal, mas deixa de fora escolas como a Intendente Magalhães, escolas do Catumbi, e tantas outras, e vamos continuar na crítica porque não estamos nem pela LIESA nem pela prefeitura mas pela cultura popular da cidade do Rio de Janeiro. Apesar desse retrocesso enorme aqui com o Bispo, quero reforçar aqui que a militância tem conquistado espaço e mais poder. Hoje temos Elza Soares na capa da Vogue, Taís Araújo, ou seja, figuras de representatividade tanto pra mulheres quanto pra homens em espaços que antes não eram; podemos ter nossas críticas, mas hoje estamos vendo ser escalado para a próxima novela das 9 um homem trans – Tereza Brant – para interpretar um homem cis, e também uma mulher trans para fazer a novela (referido-se à atriz Maria Clara Spinelli, que interpretar uma mulher cis). Então nossa agenda está passando; e apesar de a internet ainda ser um lugar de ódio, temos aí uma outra classe que está aceitando nossa demanda – as corporações, que ainda continuam utilizando nossa imagem como moeda de troca, mas mesmo assim nossas demandas estão sendo passadas e nossa geração mais jovem agora vai pelo menos conseguir olhar numa capa de revista ou no jornal e se ver, e não só aquela mulher magra loira ou o cara de olhos azuis que sempre vimos, mas vai ter uma negritude, LGBTs em outros lugares.

LISTA – Esse cenário de escassez de recursos públicos tem forçado uma outra forma de fazer eventos na cidade. Será que aqui no Rio os patrocínios serão também uma forma de fazer esses eventos, e que políticas públicas de ação afirmativa essas empresas patrocinadoras poderiam ser levadas a adotar caso o formato de evento passa a ser esse?

DAVID – Eu tenho formação em marketing, então percebo que esse é um processo que começa mais fortemente lá em 2011 com a Pepsi, que começou a utilizar os movimentos sociais e as causas sociais, inicialmente lá no Super Bowl nos EUA. Mas não foi muito lucrativo porque ela não teve tanto retorno, e em 2013 começou a ter uma movimentação maior em volta disso. As empresas que se colocam a favor disso querem um retorno maior do que aquele que a publicidade não está dando, porque existe uma identificação com a marca. Se uma marca é LGBTfóbica ou racista, cria-se uma repulsa e não se compra mais; ao mesmo tempo que se a marca se pinta de LGBT ou faz como a Skol que se pinta de todas as cores e todas as raças, ela ganha um status dentro das redes, as pessoas fazem um compartilhamento consciente e gera um alcance maior na publicidade que nenhum dinheiro investido na propaganda na televisão consegue fazer, mesmo sendo muito cara. Mas não podemos nos enganar: ela só tem a visão econômica. Há uma dinâmica muito grande por conta da crise que a gente está vivenciando, e há muita possibilidade de fazer parceria entre público e privado; não podemos deixar só na mão do setor privado porque a empresa só quer obter renda e lucro. Então envolver o poder público permite ter um controle porque aí envolve o terceiro setor num ciclo renovável – o capital privado, a utilização pelo poder público para acionar o terceiro setor; esse ciclo cria um sistema saudável. Se deixarmos a prefeitura fora do carnaval do Rio de Janeiro, a LIESA fica na mão das empresas que vão ditar por 4 ou 5 anos o que ela deve fazer sem compartilhar com os outros setores, e escolas como as de Intendente Magalhães podem morrer. Então o poder público tem que estar ali pra fazer essa distribuição e essa fiscalização pra que as ações ocorram de forma mais orgânica.

 

Se deixarmos a prefeitura fora do carnaval do Rio de Janeiro, a LIESA fica na mão das empresas, e escolas como as de Intendente Magalhães podem morrer.

LISTA – Então a política de incentivo fiscal pode não ser o El Dorado?

DAVID – Não vai ser, sobretudo se o poder público não for o mecanismo que ajude a engrenagem a funcionar com o terceiro setor. É de extrema importância que esses três setores estejam alinhados para que esses movimentos dentro da sociedade sejam feitos de forma consciente com as pessoas engajadas, com o valor que o setor privado pode colocar nos eventos e com a fiscalização do poder público. O prefeito quer implementar na parada de Copacabana um modelo de licitação que entrega às empresas – e de tabela, aos heterossexuais – a engrenagem do evento, e retira o terceiro setor. Os heterossexuais podem ter competência (técnica), mas não vivenciaram o que vivenciamos para fazer uma parada de orgulho, e a população LGBT já tem conduzido com muita competência essa que já é uma das maiores paradas do mundo.

O prefeito quer implementar na parada de Copacabana um modelo de licitação que entrega aos heterossexuais a engrenagem do evento.

LISTA – E nessa lógica virtuosa com o terceiro setor temos….

DAVID – temos o PL 10/2017 , já aprovada em primeira instância (é o importantíssimo sistema de assistência LGBT Rio. Saiba mais aqui . Em seu artigo 7, o PL trata dessa roda sustentável: que o poder público pode captar recurso no setor privado e envolver o terceiro setor. Então esse PL não apenas salva as pardas dessa situação, como também pode transformá-las em um evento maior. Se captarmos recursos de grandes investidores como o Uber e a Skol, que já investiram na parada de São Paulo, e empregamos esse dinheiro, desafogamos o orçamento do município e via poder público repassamos para as ONGs mediante fiscalização, faremos a engrenagem funcionar… E o PL é mais do que isso: é matéria de assistência à população LGBT, propondo um programa semelhante ao Rio Sem Homofobia, mas acabou sucateado porque o Estado quebrou – nosso ex governador que hoje está no presídio pegou milhões de empréstimos, fez todos os acordos, e quebrou a porra do estado todo e foderam com nosso sistema de assistência! Passamos esse carnaval sem ter assistência nenhuma para a população LGBT que sofre agressão, que é expulsa de casa… Mas com esse programa instalado na cidade, conseguimos fazer eventos públicos, seminários, e tantas ações de que carecemos tanto. Nossa população pode se unir mais e aprender uma com a outra. É isso que tem me ensinado a galera da militância mais antiga aqui na Câmara, com o pessoal do Grupo Pela Vida, que me ensinam várias questões que eu desconhecia; dentro desse PL, podemos ter várias ações de assistência relevante pra população LGBT.

PL 10/2017 não apenas salva as paradas como também é assistência à população LGBT, semelhante ao Rio Sem Homofobia, que acabou sucateado porque nosso ex governador que hoje está no presídio quebrou a porra do estado todo e foderam com nosso sistema de assistência!

LISTA – E que desafios o PL tem enfrentado na Câmara?

DAVID – Diferentemente das acusações de um outro vereador (aquele que não se diz o nome) , a PL não menciona o campo escolar e especifica que todo o material será distribuído em praças públicas, hospitais. E com isso conseguimos desconstruir os argumentos falaciosos, e em menos de uma semana obtivemos parecer favorável de todas as comissões. Nessa estratégia de acusação, percebemos que a bancada conservadora pretendia apresentar emendas que descaracterizassem o projeto; então para impedir essas emendas, retiramos de pauta e estamos costurando apoios para barrar emendas e obter a maioria simples de 26 votos para sua aprovação na segunda votação.

LISTA – E como a população pode cooperar com essa estratégia?

DAVID – Pode enviar emails para os vereadores, telefonar falando da importância do projeto para o eleitorado e fazer pressão pública comparecendo no dia da votação. (Para participar, veja mensagem no fim da entrevista – é só copiar, colar e disparar). Todos os políticos não só os conservadores têm medo da opinião pública. Quando todo mundo fica em cima, eles se cagam todos. A pressão pública será acima de tudo a coisa mais importante. Eu brigo mesmo, mas não posso brigar sozinho, somos todos LGBT. E depois que essa PL passar, temos outra que propõe a criação de cinco abrigos de acolhimento, assistência e cultura pra LGBTs; e passando o primeiro PL, fica mais fácil operacionalizar o segundo também por parcerias com o terceiro setor, e vamos quebrando esse conservadorismo que há na Câmara. Eu sou o combatente na linha de frente, mas não posso brigar sozinho.

A população pode participar enviando emails e telefonado para os vereadores, e comparecendo no dia da votação. Os políticos têm medo da opinião pública! Quando todo mundo fica em cima, eles se cagam todos!

LISTA – Sua trajetória mostra o quanto é importante contar com alguém lutando com a gente… O que o amor te ensinou pra você chegar até aqui?

DAVID – O que o amor me ensinou?! (surpreso, ele ri) Me ensinou tanta coisa que acho que não vai caber nesse seu bloco de anotações.. mas me ensinou paciência, é uma das coisas que a gente mais fala aqui… mas me ensinou paciência, força de vontade, garra… meu marido me inspira todo dia, mas eu não falo isso pra ele todo dia…

LISTA – Por quê não, gente?

DAVID – Só em ocasiões especiais, senão desgasta o romantismo… eu falo, claro, mas a gente tem o costume de empurrar um ao outro pra frente; não que a gente não brigue, a gente briga mas briga junto – até somos bons de briga e brigamos em dois idiomas pra ele não fazer a egípcia- mas não há nada no mundo que ele não me dê suporte, e a mesma coisa vale pra ele… Inclusive a batalha dos filhos…

LISTA – Vocês querem ter quantos filhos?

DAVID – Eu queria um, ele queria dois. Mas ele acabou me convencendo de ter dois pra eles terem com quem brincar. E o amor é dedicação. Se você quer mesmo, tem que se dedicar esteja no tempo bom ou ruim.

LISTA – Esse amor vale aqui na Câmara também?

DAVID – Vale aqui pra Câmara também. Eu não achei que eu poderia amar a política como eu amo hoje – saí de um lugar onde eu detestava falar de política e hoje faço política para a cidade; é uma mudança drástica porque eu tomo como paixão a responsabilidade de reformar a crença na política de novo, levar essa vontade e esse amor que tenho pela política hoje ao máximo de pessoas possível e mostrar que a política não é desses caras que só se apropriaram dela, ela é do povo. Apesar dos votos brancos e nulos, eu estou aqui, mesmo com tanta gente desacreditando na política eu estou aqui; então tem muita gente que continua acreditando, e há um sistema que pode representá-las, e hoje levo essa esperança que depositaram em mim. O hoje tenho o compromisso de nesses quatro anos ser político das periferias, dos negros, dos LGBTs, da juventude na cidade do Rio de Janeiro e brigalhão para caralho. Hoje todo mundo fala dos Baratas, mas há um mês atrás já tinha discurso meu falando dos Baratas (referindo-se a Jacó Barata, empresário de transportes recentemente preso) e que eu não tinha medo de eles me matarem. Vou comprar briga com o Prefeito, se me deram uma denúncia vou brigar e vou lutar com toda a minha energia pra trazer transparência ao município.

LISTA – E onde fica o Davi ser humano nessa luta toda?

DAVID – Semana passada eu estava super estressado; sou ser humano e eu não imaginava que seria isso tudo, fazer política é bem mais puxado do que eu esperava. E eu venho de uma batida de quatro semanas de viagens para fazer agenda, voltar pra Câmara, aprender muita coisa. 70 a 80 % da galera aqui é juventude …

LISTA – E juventude demanda, né?

DAVID – Demandam, tem muitos ideais, e eu gosto também, e a gente vai fazendo as coisa assim mas chega um momento em que você fica mesmo muito estressado e cansado, num stress de cansaço mesmo. Só sei que no fim de semana eu sentei na frente da televisão e joguei até zerar o jogo.

LISTA – E o marido demanda também?

DAVID – Meu marido chegou de viagem, eu beijei ele, continuei a jogar. Ele querendo conversar comigo e eu empurrando ele pra sair da frente do jogo, e eu já não via a ele há quase um mês. Só depois que eu fui dar amor pra ele, porque meu videogame me desestressa, meus cachorros me desestressam (ele tem 24 cachorros!)

LISTA – e nessas demandas de Juventude, temos aí um ano do assassinato do jovem negro Diego Vieira Machado…

DAVID – As vidas negras importam, e eu fui um dos que lançou o manifesto junto com a Casa da Juventude, eu que puxei o protesto pela morte dele. Chorei muito. Esse ano, no vídeo da Dandara na minha página falei também do Diego, falei que não encontraram os culpados até hoje. Eu choro nos meus discursos aqui na Câmara. Eu não preciso ser igual a eles (referindo-se aos machistas e conservadores), e a notícia da morte do Diego chegou de forma tão brutal… não que as outras também não sejam, mas ele um jovem negro universitário , morto dentro da faculdade, foi o copo virar pra mim. Eu fiquei muito abalado com a morte dele e nesse discurso as pessoas nem perceberam mas eu comecei a chorar… não sei dizer por que, mas o caso dele me sensibilizou muito mais.

LISTA – Posso arriscar um porquê.. foi uma trajetória com alguém que teve na educação o pistolão. Você se formou em marketing, e pelo viés da educação se estabeleceu, e ele também, mas mesmo na UFRJ, uma das melhores universidades do País, não teve o aparato necessário pra ser negro jovem gay com acesso seguro a um caminho…

DAVID – É (emocionado)

LISTA GAY – De que maneira seu mandato pretende tensionar as comissões de direitos humanos pra não deixar isso cair em esquecimento, pra cobrar isso da Prefeitura da UFRJ?…

DAVID -Eu reconheço que não fiz ação sobre isso aqui na Casa para além dos meus discursos, mas esse mandato é colaborativo e eu posso fazer algum tipo de ação, e a gente quer que as pessoas venham até aqui e façam esse tipo de demanda. Fora as demandas externas pra montar pauta, eu também sofro a demanda interna da Câmara para saber os projetos que serão votados, fazer a defesa… Então é muito legal que você coloque que aqui é um canal onde você pode fazer demandas e me utilizar como essa ferramenta para fazer essa luta aqui. Esse é o principal: eu sou uma ferramenta da nossa população aqui dentro.

O mandato é um canal onde você pode fazer demandas e me utilizar como essa ferramenta para fazer essa luta aqui. Esse é o principal: eu sou uma ferramenta da nossa população aqui dentro.

Gostou do que o David Miranda vem fazendo por nós? Então ajude-o a fazer mais! Basta você dar sua força para a aprovação no projeto da assistência LGBT (PL 10/2017). Não sabe como fazer? Pega a sugestão de mensagem aí embaixo e manda para o e-mail todos os vereadores do Rio! É copiar colar e disparar! Não é só no carnaval que eu cobro garantia: é todo dia! É todo dia!

ASSUNTO DO E-MAIL: Aprove o PL de Assistência LGBT-Rio

SUGESTÃO DE MENSAGEM DE E-MAIL: No pleno exercício da minha cidadania e da minha capacidade eleitoral, exijo a aprovação do PL 10/2017 para garantir assistência a pessoas LGBT na Cidade do Rio de Janeiro. Frente ao sucateamento do Programa Rio Sem Homofobia, embora reconhecido internacionalmente, o poder público do Rio de Janeiro não pode poupar esforços para o pleno cumprimento da cidadania LGBT e para o enfrentamento contundente da LGBTfobia. Não é só no carnaval que eu cobro garantia: é todo dia! É todo dia!

DESTINATÁRIOS: alexandrearraes@camara.rj.gov.br; alexandreisquierdo@camara.rj.gov.br;caiado@carlocaiado.com.br; contato@carlosbolsonaro.com.br; cesar.maia@camara.rj.gov.br;chiquinho.brazao@camara.rj.gov.br; claudio.castro@camara.rj.gov.br; contato@davidmirandario.com.br;dr.carloseduardo@camara.rj.gov.br; dr.gilberto@camara.rj.gov.br; vereadorjairinho@terra.com.br;drjoaoricardo@camara.rj.gov.br; doutor@jorgemanaia.com.br; eliseukessler@camara.rj.gov.br;felipe.michel@camara.rj.gov.br; drfernadowilliam@gmail.com; vereadorinaldosilva@gmail.com;vereadoritalociba@gmail.com; jairdamendesgomes@gmail.com; joaomendesdejesus@camara.rj.gov.br;contato@jonesmoura.com.br; jorge.felippe@camara.rj.gov.br; juniordalucinha@camara.rj.gov.br;leandrolyra30@gmail.com; leonelbrizola@camara.rj.gov.br; mandato@vereadoraluciananovaes.com.br;luizcarlosramosfilho@globo.com; marcelinodalmeida@gmail.com; escritoriosiciliano@hotmail.com;marceloarar@camara.rj.gov.br; contato@mariellefranco.com.br; contato@otonidepaula.com.br;paulo@messina.com.br; paulopinheiro@camara.rj.gov.br; celiolupparelli@globo.com;prof.adalmir@camara.rj.gov.br; rogeriorocal@gmail.com; rafael@rafaelaloisiofreitas.com.br;reimont@reimont.com.br; renatocinco@renatocinco.com; renato.moura@camara.rj.gov.br;rosa.fernandes@camara.rj.gov.br; vereadorataniabastos@camara.rj.gov.br; contato@tarcisiomotta.com.br;thiagokribeiro@gmail.com; val.ceasa@camara.rj.gov.br; veralins@camara.rj.gov.br;falecomveronicacosta@gmail.com; williancoelho@camara.rj.gov.br; vereadorzico@camara.rj.gov.br;zicobacanaassessoria@gmail.com;